Crónica breve da romaria

Neste sábado repetiu-se pela sétima vez o São Pirilampo Mágico, o festival de petiscos da CERCIMIRA, visitado por aproximadamente mil pessoas.

As portas abriram-se para os convidados, numa tarde que esteve muito agradável para petiscar e conviver, entre amigos e ao som da música.  E neste capítulo, temos de agradecer, desde já, aos nossos animadores de serviço no palco. Os primeiros  pertenceram à seção juvenil da Banda Filarmónica de Mira: meninos afinados e atentos ao seu Maestro, numa altura em que a maioria das pessoas ainda não tinha chegado, à boa maneira Portuguesa… Foi pena, porque a sua atuação merecia mais público. Seguiu-se-lhes a atuação dos palhaços Lélito e Pancrácio, que trouxeram uma corrida super-animada e que não acabou mal porque a criançada estava atenta à justiça do resultado.

Um dos momentos da tarde foi a atuação do nosso Grupo de Expressão Dramática, que representaram uma história de um menino que se sentia excluído, até que o Pirilampo e os seus amigos lhe mostraram o mundo.

Chegou depois o momento dos inevitáveis Gaiteiros da Presa, que percorreram o recinto várias vezes, antes de darem as boas-vindas, no palco, ao Amadeu Mota ao som da Laurindinha. Depois foi um show… os anos passam, mas o Tio Amadeu continua em grande forma: houve tempo para o bailarico, para a valsa e para o tango e até mesmo para relembrar a “Suzuki Vermelha”. . . Faltou o “Pega na Guitarra e Canta, Rapaz”, mas o certo é que o palco ficou mesmo bem entregue.

Pelas mesas e tasquinhas, entretanto, foram-se esgotando as reservas de pataniscas, rojões, caldo verde, peixinhos fritos, moelas, enquanto a conversa se animava na zona do bar, onde cronicamente se terminam as noites de arraial. O São Pirilampo Mágico repetiu-se e as moelas estavam mesmo no ponto.

Obrigado a todos os que ajudaram, a todos os que animaram, a todos os que visitaram. Agora, aqui ficam as imagens do dia na nossa galeria:

São Pirilampo Mágico – 7.º Festival do Petisco

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